Desenvolvido para empresas

Sistema de automação de processos

ÁreaProcessos e automação
O que fazAntes, cada automação era um projeto. Agora a equipe descreve o processo e o sistema monta os passos.
FunçõesPergunta o que falta · Retorno calculado · Monta sem programar
HabilidadesMapeamento de processos · Design de fluxo · Integração com ERP · Análise de retorno
Como foi construídoLevantei com a equipe as rotinas repetidas e seu volume. Desenhei o diagnóstico, o editor de fluxo e o painel de execução. Construí a partir de oito processos reais e implantei com o lançamento no ERP passando por aprovação.

O que o sistema cobre.

Plataforma que recebe a descrição de um processo em texto, monta o fluxo em passos, calcula o retorno da automação e coloca esse mesmo fluxo para rodar. Cobre do diagnóstico à operação: leitura de e-mail, classificação, extração de campos, validação, aprovação de uma pessoa e lançamento no ERP. Feita para áreas que recebem solicitações em volume e lançam à mão.

Para quem

Diretores de operações e gestores de áreas que recebem solicitações em volume e ainda lançam tudo à mão no sistema.

O que mudou na empresa

O levantamento deixou de virar relatório parado: o fluxo aprovado é o que roda. A estimativa mostra a conta e marca o que foi inferido. Lançamento duvidoso passa por uma pessoa antes do ERP.

Módulos e funções.

8 partes do sistema, cada uma com o que faz.

Descrição e entrevista

A IA lê a descrição e faz no máximo três perguntas sobre o que falta.

Diagnóstico por passo

Nota por passo, pesada por volume e tempo gasto. Passo que exige julgamento fica marcado.

Cálculo de retorno

Horas economizadas e prazo de retorno com a fórmula aberta; valor inferido aparece marcado na tela.

Editor de fluxo

O usuário reordena passos, troca blocos e ajusta regras no mesmo fluxo que vai rodar.

Catálogo de blocos

Ler e-mail, classificar, extrair campos, validar regra, pedir aprovação e gravar no ERP. Ninguém programa.

Teste, versão e publicação

Fluxo inválido não publica. Teste com casos gravados; a versão anterior volta na hora.

Aprovação e revisão humana

Lançamento no ERP nasce proposto para uma pessoa aprovar. Item em dúvida vai para revisão.

Painel de execução

Execução gravada passo a passo, com custo de IA por item ao lado das horas economizadas.

Três telas.

O design é meu. Cada legenda diz o que a tela faz.

Diagnóstico: nota de cada passo por volume e tempo gasto
Tela 1Diagnóstico: nota de cada passo por volume e tempo gasto
Montagem do fluxo: blocos prontos e caminho por condição
Tela 2Montagem do fluxo: blocos prontos e caminho por condição
Execução: cada passo gravado, custo por item e fila de revisão
Tela 3Execução: cada passo gravado, custo por item e fila de revisão

Como funciona por dentro.

A empresa descreve o processo em texto. A plataforma devolve diagnóstico, fluxo e estimativa, o usuário edita o fluxo ali mesmo, e é esse grafo que entra em produção.

  1. Descrição em textoO usuário escreve o processo do jeito dele. Nada de formulário.
  2. Entrevista dirigidaO modelo preenche um schema fechado e devolve no máximo três perguntas, ordenadas por sensibilidade sobre o resultado.
  3. Grafo do processoNo caso das 500 solicitações: e-mail, classificação, extração de campos, validação, aprovação humana, lançamento no ERP, seis nós tipados.
  4. Rubrica e cálculoScore por passo, ponderado por volume e tempo por item, e estimativa de horas e payback em código determinístico.
  5. Edição do fluxoO usuário reordena passos, troca blocos e ajusta regras no mesmo grafo que vai executar, não numa cópia.
  6. Compilação e sandboxCada passo vira bloco do catálogo, com tipos de porta, sinks e deduplicação verificados; depois roda contra casos gravados, sem tocar em sistema de produção.
  7. Publicação versionadaA versão é imutável e o alias aponta para ela. Rollback é mover o alias.
  8. Execução monitoradaTrace, custo por item e o que ficar abaixo do limiar caindo na fila de revisão humana.

O problema e a saída.

O problema

Toda empresa perde tempo em algum lugar e quase nenhuma sabe onde. O levantamento vira PDF, e PDF não executa. Do outro lado, a ferramenta de automação abre um canvas vazio que já pressupõe saber o fluxo. E sem número defensável, ninguém aprova orçamento.

A saída

O texto vira grafo tipado: cada variável marcada como declarada, inferida ou ausente, e as perguntas saem ordenadas por sensibilidade. Rubrica por passo, payback em código. O grafo editado é o que roda, fila Postgres com SKIP LOCKED, particionada por tenant.

Arquitetura.

Como as partes se encaixam.

São três subsistemas e um único artefato. O extrator transforma prosa em grafo, o avaliador aplica a rubrica e roda a conta, o runtime executa, os três falam a mesma estrutura. O extrator não escreve texto livre: preenche um schema fechado em que cada passo tem ator, sistema de origem, sistema de destino, portas de entrada e saída tipadas, volume, tempo por item e regra de exceção. Campo que o texto não sustenta não recebe valor padrão, fica marcado como ausente e vira pergunta. O grafo é JSON validado por schema, imutável no momento em que é publicado. Diagnóstico e automação não são documentos diferentes: são o mesmo objeto em estados diferentes.

A rubrica pontua passo a passo, nunca o processo em bloco. Quatro eixos por passo: entrada estruturada ou prosa, decisão determinística ou julgamento, sistema de destino com API ou sem, escrita reversível ou definitiva. Passo não elegível é o que depende de julgamento sem caso rotulado que o calibre, ou toca sistema que só aceita gente digitando na tela, e ele continua no grafo, marcado, porque alguém vai executar esse pedaço à mão. O score do processo é a média dos passos ponderada por volume e tempo por item: dois passos inelegíveis que custam cinco minutos por mês pesam menos que um passo elegível que custa quarenta horas. Por isso o percentual da tela não é a fração simples de passos. A conta de horas e payback sai do mesmo módulo determinístico, com fórmula e origem de cada variável abertas.

O runtime é uma máquina de estados durável, e fila, checkpoint, retry e reprocessamento são o mesmo motor do Workflow Engine. Daqui saem duas coisas: a fila é particionada por organização, com concorrência limitada, para que um tenant despejando vinte mil e-mails não afogue os outros; e o passo de aprovação humana é durável, a execução dorme e acorda por evento, sem segurar worker por horas. Chamada a sistema externo não fica dentro de transação de banco: o worker grava a intenção, solta a conexão, chama o ERP e registra o resultado depois. A chave de idempotência, (execução, passo, hash do payload), vai junto na chamada ao ERP; quem recusa a duplicata é o destino. Onde o ERP não aceita chave, o passo faz busca-antes-de-escrever pelo identificador do documento, e o que não dá para deduplicar de nenhum dos dois jeitos fica marcado no grafo como escrita não reexecutável, com reconciliação depois. O isolamento é do banco: RLS por organização em toda tabela, worker conectando em role sem BYPASSRLS e tenant setado por GUC na abertura da conexão, se o código esquecer, a query volta vazia em vez de vazar. A observabilidade é de código: cada passo emite span com latência, tokens e custo. Input e saída do modelo ficam gravados, o replay reexecuta o trecho determinístico contra os mesmos dados e compara com a saída registrada, em vez de fingir que o modelo repete. Cada automação carrega seu conjunto de casos rotulados: mudou prompt, mudou modelo, roda contra o conjunto antes de virar versão; abaixo do limiar de confiança calibrado o item cai para revisão humana, e a correção do revisor volta como caso.

Diário de construção.

Por onde comecei, onde travou e o que mudou no caminho.

Comecei pelo fim. Antes de qualquer LLM, escrevi oito processos à mão em JSON e mandei o executor rodar. Foi isso que fixou o schema e revelou o que faltava: exceção, timeout, reprocessamento, ponto de aprovação. Só depois o modelo entrou para escrever esse mesmo JSON. Gerar para um alvo que já existe é problema de extração, e problema de extração se mede.

A parte difícil foi a entrevista. Texto real vem com volume vago, sem tempo por item, sem custo-hora, sem taxa de retrabalho. O extrator passou a marcar cada variável como declarada, inferida ou ausente, e a ordenar as perguntas por sensibilidade sobre o resultado, não pela ordem do formulário. Variável inferida aparece marcada na tela, o usuário vê exatamente onde o sistema chutou.

O que joguei fora: a primeira versão tinha um diagrama bonito no diagnóstico e um construtor separado para montar a automação. Duas representações, duas verdades. O usuário aprovava um desenho que não compilava. Reescrevi para que o diagrama fosse a serialização do grafo executável. Ele continua montando e editando o fluxo, só que agora edita o executável, e o que não compila deixou de poder ser desenhado.

Tecnologias e o porquê.

CamadaEscolhaPor quê
Extração e entrevistaLLM em tool-calling com JSON Schema estritoO modelo preenche campos de um esquema fechado. Nada sai dali que o compilador não entenda, e campo ausente vira pergunta em vez de invenção.
Cálculo de retornoMódulo determinístico em TypeScript, versionadoToda estimativa mostra fórmula e origem da variável. Editar um número recalcula na hora, sem chamar modelo e sem gastar token.
RuntimeWorkers Node com estado durável e fila no Postgres (SKIP LOCKED)É o motor do Workflow Engine com duas diferenças: fila particionada por organização e passo de aprovação que dorme sem prender worker. Checkpoint e estado na mesma transação; a chamada externa fica fora dela.
DadosPostgres com RLS por organização e pgvectorIsolamento no banco, não na aplicação: role sem BYPASSRLS e tenant por GUC. O vetor serve para achar blueprints parecidos no catálogo e ancorar o diagnóstico em padrões já executados.
ConectoresAdaptadores tipados com contrato versionado e segredos em cofreO worker recebe referência, nunca o valor. Cada adaptador declara como deduplica, chave aceita pelo destino, busca-antes-de-escrever, ou nenhuma das duas, e sistema sem API cai para arquivo ou RPA. Tudo isso fica visível no grafo, não escondido no rodapé.
Observabilidade e avaliaçãoOpenTelemetry com tokens e custo no mesmo span, mais casos rotulados por automaçãoSem custo por execução ao lado do ganho, o payback é ficção. Sem conjunto de avaliação, trocar de prompt é aposta.

Decisões de projeto.

O modelo extrai; a conta roda em código

Horas e payback saem de módulo determinístico, não do LLM; o replay reexecuta só esse trecho contra os mesmos dados. Perdi a demo do número pronto; ganhei a conta que o controller aceita.

Escrita no ERP nasce em modo sombra

Um humano aprova o lançamento montado; abaixo do limiar calibrado o item vira revisão e a correção entra no conjunto. Perco semanas de ganho real; não descubro a troca de campo em produção.

Uma representação só: diagnóstico é execução

O grafo proposto é o mesmo que o runtime executa. Custou a primeira versão inteira e amarra o diagnóstico ao catálogo de hoje; em troca, some o abismo entre o aprovado e o implantado.

Escopo.

O que o sistema cobre

  • Diagnóstico com o score decomposto passo a passo e a ponderação à vista, não um percentual solto
  • Fluxo proposto como grafo tipado que o usuário edita ali mesmo, o desenho é o executável
  • Estimativa com fórmula aberta e variáveis editáveis, marcando o que foi inferido
  • Compilador que recusa grafo inválido antes de qualquer publicação
  • Runtime durável com retry, chave de idempotência enviada ao sistema de destino e fila isolada por organização
  • Painel com custo de IA por execução ao lado das horas economizadas

O que não está publicado

  • Nome da empresa e números de operação não são divulgados aqui.
  • O código não é público. O que dá para ver: o processo, as telas e as decisões.

Da mesma faixa.

Processos e automação

Quer ver este sistema de perto?

Mostro o processo que mudou, os módulos, as telas e como foi construído.

Contato

Quer ver isso de perto?

Diegorafacarvalho@gmail.com +55 47 98801-8335

Santa Catarina, Brasil, remoto. Costumo responder no mesmo dia.

Sem formulário

  • Recrutador não preenche formulário, copia o e-mail. Ele está aí em cima.
  • A versão rápida é uma página só, imprime em A4 e serve para encaminhar ao tech lead.
  • Qualquer sistema daqui eu mostro em chamada: o processo que mudou, os módulos, as telas e como foi construído.
  • Os sistemas foram desenvolvidos para empresas e o código não é público. Este site também é meu, do motor de scroll ao design: veja como funciona.